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do hino para baixá-lo e/ou ouví-lo.
Hino
do Colégio Leopoldo
Hino
de Nova Iguaçu
Hino
do Estado do Rio de Janeiro
Hino
da Proclamação da República
Hino
da Independência
Hino
Nacional Brasileiro
Hino à Bandeira
Nacional
Créditos
HINO
DO COLÉGIO LEOPOLDO 
Letra:
Leopoldo Machado (1891-1957)
Música: Leopoldina Machado (1910-2000)
Aqui
é o templo augusto da verdade,
A Catedral excelsa do saber!
Almas cheias de ardor e mocidade,
Entrai. Vinde aprender.
Entrai. Aqui não há semblantes graves
Porque só se respira paz e amor.
São as crianças como um bando de aves
E é quase um pai o mestre, o professor.
Tudo aqui são promessas e esperanças
É belo e doce este calor sentir
Se entrais, agora, tímidas crianças,
Saireis homens de bem para o porvir.
O livro traz suavíssimos prazeres
Ao espírito que ama a evolução.
E nos ensina os múltiplos deveres
Do patriota, do filho, do cristão.
Mãos à obra, meninos, sem demora,
Sede amigos dos livros, estudai.
Quem sabe ser aluno e filho agora,
Saberá ser mais tarde, mestre e pai.
Vistes que da verdade a Escola é um templo.
E do saber excelsa catedral.
Bebei nela, portanto, o suave exemplo
Da justiça, do bem e da moral.
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HINO
DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU
Letra:
Pedro Navega
Música: Thereza Stella de Queiróz Pinheiro
Nova
Iguaçu!
Terra linda e encantadora,
Desde os tempos de outrora,
Dos meus velhos ancestrais.
Tens uma história,
Cheia de belezas mil,
O encanto Fluminense,
É o orgulho do Brasil.
A Maxambomba!
Dos engenhos do passado,
Nova Iguaçu!
Dos dourados laranjais.
Hoje feliz,
Com teu rico alvorecer,
Com teu progresso e beleza,
Fiz consulta a natureza,
És grande desde o nascer! BIS
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HINO
DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
O Hino do Estado
do Rio de Janeiro, intitulado HINO 15 DE NOVEMBRO, foi composto
em 1889 pelo maestro João Elias da Cunha e por ele oferecido
ao primeiro Governador, Dr. Francisco Portela. A letra do Hino é de
autoria do poeta fluminense Antônio José Soares
de Souza Júnior.
Foi oficializado em 29 de dezembro de 1889.
Fluminenses,
avante! Marchemos!
Às conquistas da paz, povo nobre!
Somos livres, alegres brademos,
Que uma livre bandeira nos cobre.
Fluminenses, eia! Alerta!
Ódio eterno à escravidão!
Que na Pátria enfim liberta
Brilha à luz da redenção!
Nesta Pátria, do amor áureo templo,
Cantam hinos a Deus nossas almas;
Veja o mundo surpreso este exemplo,
De vitória, entre flores e palmas.
Fluminenses, eia! Alerta!...
Nunca mais,
nunca mais nesta terra
Virão cetros mostrar falsos brilhos;
Neste solo que encantos encerra,
Livre Pátria terão nossos filhos.
Fluminenses, eia! Alerta!...
Ao cantar delirante dos hinos
Essa noite, dos tronos nascida,
Deste sol, aos clarões diamantinos,
Fugirá, sempre, sempre vencida.
Fluminenses, eia! Alerta!...
Nossos peitos serão baluartes
Em defesa da Pátria gigante;
Seja o lema do nosso estandarte:
Paz e amor! Fluminenses, avante!
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HINO
NACIONAL BRASILEIRO 
A música
de Francisco Manuel da Silva, provavelmente composta em 1831,
foi oficializada somente no segundo ano da República (1890)
e sua letra, autoria de Osório Duque Estrada, adotada
oficialmente em 1922.
Ouviram do
Ipiranga as margens plácidas
de um povo heróico o brado retumbante,
e o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor
dessa igualdade
conseguimos conquistar com braço forte,
em teu seio, ó liberdade,
desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria
amada,
idolatrada,
salve! Salve!
Brasil, um
sonho intenso, um raio vívido
de amor e de esperança à terra desce,
se em teu formoso céu, risonho e límpido,
a imagem do cruzeiro resplandece.
Gigante pela
própria natureza,
és belo, és forte, impávido colosso,
e teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
entre outras mil,
és tu, Brasil,
ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
pátria amada,
Brasil!
Deitado eternamente
em berço esplêndido,
ao som do mar e à luz do céu profundo,
fulguras, ó Brasil, florão da América,
iluminando ao sol do novo mundo!
Do que a terra,
mais garrida,
teus risonhos lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques tem mais vida,"
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó pátria amada,
idolatrada,
salve! Salve!
Brasil, de
amor eterno seja símbolo
o lábaro que ostentas estrelado,
e diga o verde-louro dessa flâmula
- paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues
da justiça a clava forte,
verás que um filho teu não foge à luta,
nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
entre outras mil,
és tu, Brasil,
ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
pátria amada,
Brasil!
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HINO
DA INDEPENDÊNCIA
Composto por
D. Pedro I, em 1821. Em 1922, Evaristo da Veiga escreveu novos
versos, que constituem a letra atual.
Já podeis,
da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente
brasileira!
Longe vá temor servil!
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões
que nos forjava
Da perfídia astuto ardil:
Houve mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil.
Brava gente,
brasileira...
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil:
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente,
brasileira...
Parabéns, ó Brasileiros!
Já com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente, brasileira!...
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HINO
DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA 
Obra de 1890,
música composta por Leopoldo Américo Miguez(1850-1902)
e letra escrita por Joaquim de Medeiros e Albuquerque (1867-1934).
Seja um pálio
de luz desdobrado
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade!
Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Nós
nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre país...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!
Liberdade! Liberdade!...
Se é mister
que de peitos valentes
Haja sangue no nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade!
Liberdade!...
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado
Sobre as púrpuras régias de pé!
Eia, pois, brasileiros, avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!...
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HINO
À BANDEIRA NACIONAL 
Letra: Olavo
Bilac
Música: Francisco Braga
Salve, lindo pendão da esperança!
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par dessas matas,
É o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando teu vulto sagrado
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa nação brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da justiça e do amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil
CRÉDITOS:
Teclado (Hino
Colégio Leopoldo e Hino de Nova Iguaçu): Carlos
José de Menezes
Voz
(Hino Colégio Leopoldo e Hino de Nova Iguaçu): Paulinho
Leopoldo e Lais Sobreira Vianna
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